O príncipe da potestade do ar e as ciladas do Caluniador.

Diante da soberania de Deus, demonstra-se como o apóstolo Paulo utilizou termos precisos para qualificar a regência das mentalidades de rebeldia e as estratégias de divisão e falsa acusação que combatiam a igreja nascente.
Contudo as forças espirituais que estavam comandando o império Romano eram as mesmas geradas na serpente: Caluniou Deus, gerou a mentira e fez separação entre Deus e o homem.
O mesmo espírito, mas com o grande poderio do império, como foi no Egito.
O dragão que se levantou no Egito era o faraó que não conheceu Moises, o nome desse espírito não é Diabo como a tradição inventou.
A verdade que “diabolôs” descreve os atos da serpente no Éden, não é nome.
E por esse motivo não podemos ignorar e continuar a mentir para os leitores da Bíblia, considerando que a Bíblia não está errada, são as traduções dirigidas justamente para influenciar o leitor que deveriam ser corrigidas de acordo com os originais.